
"Na praia la da Boa Nova, um dia,
Edifiquei (foi esse o grande mal)
Alto Castello, o que é a phantasia
Todo de lapiz-lazzuli e coral"!
António Nobre
- Praia da Boa Hora, Leça da Palmeira
31/Dezembro/2005
A todos, um excelente 2006 =)
Cá continuamos pelo Porto e arredores. Almoço em Serralves e vontade de me deixar ficar. . .
~º(".)º~
Amanhã, por esta hora, já estarei aqui. . .

E, tendo em conta experiências anteriores, ao final do dia já o sotaque estará entranhado em mim.
Foto daqui
~º(".)º~

O chá e os scones já estão prometidos. . .=)
Foto daqui.
~º(".)º~

Não se riam.
Não me chamem louca.
O meu telemóvel foi o meu mais fiel companheiro nestes últimos 2 anos e 3 dias.
Com ele ri, com ele chorei.
Recebi as notícias boas.
Enfrentei as más.
Aprendi a aceitar as péssimas.
Se o meu telemóvel falasse, contava as vezes em que sorri, contava as lágrimas que chorei.
Tudo através do telemóvel.
Agora morreu.
Levou com ele mais de 600 sms que fiz questão de guardar mas que me recusava a ler.
Levou com ele também quase todos os meus contactos.
Mas é com a morte dele que aprendo a enfrentar outras mortes, bem mais importantes.
É com a morte dele que faço o funeral que não fiz quando devia ter feito.
É com a morte dele que desfaço os únicos laços que ainda me prendiam a quem já partiu.
É com a morte dele que vejo que as amarras são apenas psicológicas e que está na hora de me soltar.
Nada acontece por acaso.
Não há coincidências.
Tudo tem a sua hora certa para acontecer.
E quando algo acontece, há que interpretar os sinais.
Chegou a minha hora de (re)erguer a cabeça e voltar à vida.
Estou viva, está na hora de Viver. . .=)
Vai-me custar, obviamente, perder tudo assim de repente.
Mas é de repente que tem que ser, como sempre foi tudo. . .inesperado.
É um telemóvel apenas.
Não me chamem louca.
Não se riam.
É o meu mais fiel amigo que parte e me deixa com as páginas em branco para novas sms, novos contactos, uma nova Eu. . .=)
~º(".)º~
quais são as probabilidades de, passados 3 dias do final do prazo da garantia de um telemóvel, o mesmo avariar?
Alguém sabe?
Hum...?
Vá. . .dou-vos mais um tempinho para pensar. . .
Já está?
Ok, eu também não sei.
Só sei que me aconteceu!!!!
E agora??!!
Sem telemóvel!!!
Sem poder contactar com o mundo!! (ok, tenho a internet, mas não é a mesma coisa a partir do momento em que muita gente que está na minha agenda telefónica não tem o meu contacto de e-mail e vice-versa!)
E agora como é que eu vou poder passar o resto do tempo sem me divertir a tirar fotografias a torto e a direito só porque sim e porque também?
Só me apetece berrar!!!!
Oh, drama!!!
=|
Estou desolada!!
E desta vez não é como com o mistério do relógio perdido no fundo da mala!!
Desta vez sinto-me mesmo triste. . .
E agora?
As mais de 600 sms que guardei, sempre com o terrível medo de as perder, porque sabia que eventualmente isso aconteceria (tal não é a minha sorte. . .).
Os números de telefone que, já não cabendo na memória do cartão, ficavam apenas na memória do telemóvel e que eu nunca passei para o papel (e eu sou apologista das agendas em papel). . .
Ora bem, deixemo-nos de dramatistos.
Aposto que no meio das 24754865342445497874632310 leis que esse senhor de nome Murphy inventou, existe por lá uma que diz que isto tinha que acontecer =(
Recadinho para quem cá vem e tem o meu número de telemóvel: oh faxavori!! Que tal enviarem uma sms-zita aqui à je com o vosso número de telemóvel, hein? É que por agora tenho um substituto, amanhã tenho outro (temporario ou talvez não, logo se vê). Mas convém que, na sms, digam quem são, boa?
Vá. . .fico à espera.
Quero recuperar os meus contactos.
Já que o telemóvel parece irremediavelmente perdido e quem me deu este há dois anos, já não me dá outro.
~º(".)º~
Há dias em que o tempo vôa.
As horas hoje arrastam-se.
O dia não passa.
E eu estou aqui presa.
~º(".)º~

* Acordei? Será? Terei eu realmente acordado? Estou mais a dormir que acordada. . .
** Título roubado escandalosamente à Charlotte, a.k.a. Bomba Inteligente.
Quero uma cama. . .grande, de preferência. . .
~º(".)º~
Acordei ao sabor da chuva, que caía com força na minha janela.
A custo levantei-me (cada dia me custa mais e mais acordar cedo).
Saí de casa e o sol espreitava tímido.
Ao chegar ao Marquês, uma surpresa. . .um arco-íris. Enorme. Completo.
Lembro-me da infância, quando na escola perseguiamos o arco-íris e tentavamos encontrar o pote de ouro no seu final. Nunca o descobri.
Hoje, com um arco-íris tão grande, completo, descobri os dois potes de ouro. . .um em cada extremo. . .
O arco-íris começava no Hotel Ritz Four-Seasons e terminava no El Corte Inglés. . .=X
~º(".)º~

Este, já cá canta.

There is no turning back, now. . .
Foto daqui
~º(".)º~
Árvore montada depois do almoço.
As 4 prendas abertas às 10 da noite.
Para o ano há mais do mesmo.

Feliz Natal para todos.
E agora: conhecer a cidade de Lisboa na noite de Natal. . .
~º(".)º~
estão vocês, hoje.
Os que aqui têm vindo e comentam.
Só esses (peço desculpa aos outros), pois foram vocês que chegaram ao número redondo de 3 mil comentários!
E o 3000º comentário foi...do Nuno!
Que já se tornou companhia habitual na caixa de comentários deste canto.
Nuno, obrigada pelas tuas visitas assíduas e pelas tuas mensagens sempre tão simpáticas =)
PS: O Nuno não tem blog (acho eu, pelo menos nunca deixou endereço), por isso não leva link.
PS: Rita-Maria-Ameixa, continua a esfregar-te que eu não me importo! Pode ser que acertes no 4000º!
~º(".)º~
É (quase) tudo o que me apetece dizer.
Estamos a 2 dias do Natal. Mas eu não estou.
O ano passou a correr, mas eu permaneci em Janeiro.
Ou talvez ainda mais para trás, num outro qualquer mês de 2004.
Não dei pelo tempo a voar.
Não fiz nada que possa dizer "fiz isto".
Não deixo para trás nada que possa dizer "foi assim o meu ano de 2005".
Foi um ano em branco.
Sinto como se tivesse sido ontem os planos que fiz para o Natal de 2004. Pela 1ª vez em muitos (tantos que lhes perdi a conta), bastantes anos, passei o Natal em minha casa, longe da euforia da casa dos meus tios.
O acordar de manhã cedo para ir comprar as últimas coisas para o jantar.
Começar de manhã a preparar os doces.
Almoçar qualquer coisa rápida só para aguentar o corpo que não pára.
Embrulhar os últimos presentes que, escondidos, não traziam o papel típico da época.
Sentir-me perdida no meio de tanta gente (tanta. . .), todos (ou quase) da família mas que para mim são pouco mais que estranhos.
Sinto falta do burburinho do Natal, sim.
Mas não sinto falta das inevitáveis (?) discussões que sempre surgiam em casa dos meus tios.
Fosse pelo que fosse.
Não era preciso haver um motivo válido.
Sinto, sim, falta de, ainda antes das muitas (tantas) noites de Natal que passei com eles, passava em minha casa.
Só eu, o meu irmão (ambos crianças pequenas), a minha mãe e o meu pai.
Recordo-me do cheiro dos fritos que a minha mãe deixou de fazer porque "já não tenho paciência", da mesa que eu ajudava a arranjar, da toalha que todos os anos era a mesma e que eu adorava por ser só de Natal (com azevinhos, bolas e sinos, branca, grande, enorme, que cobria a mesa, os guardanapos iguais, lindos).
O arroz doce, as filhozes, as rabanadas, o bolo-rei, os cuscurões, e tanta, tanta coisa mais que não me consigo recordar de tudo.
Sei que não era a minha mãe quem fazia tudo isso.
Algumas coisas eram compradas, outras eram primas dela que nos davam.
Mas recordo-me ainda de ver o alguidar na cozinha a pernoitar com a massa para os fritos de abóbora tapado com um cobertor pequeno cor de laranja com duas riscas brancas.
Em cima do banco da cozinha, junto à janela, em frente à porta.
Lembro-me da sala, à entrada a mesa, ao fundo, no canto, a árvore carregada de prendas que apareciam apenas no dia 24 pela manhã, ou depois do almoço.
"Não vos quero a mexer nas prendas", dizia sempre a minha mãe.
Eu e o meu irmão não resistiamos (eu, mais que ele, procurava sempre adivinhar o que o papel escondia, aperfeiçoei-me nessa altura na arte de descolar fita cola sem rasgar o papel), apalpavamos os embrulhos, abanavamos, tentado descodificar os sons que vinham de dentro.
Lembro-me de, um ano, esperar a visita habitual da minha Madrinha que, todos os anos, fazia questão de entregar as prendas no dia certo e pessoalmente.
Queria vestir o mesmo vestido que tinha usado no dia da minha primeira comunhão.
Um vestido lindo, branco, muito simples, mas muito bonito.
Um vestido de Verão.
"Não vestes, já não te serve, além do mais está muito frio"
(não me lembro de fazer frio no Natal daqueles anos)
Teimei que sim, que servia e que queria estar bonita para quando chegasse a Madrinha. Mesmo sem autorização, vesti-o.
Apertada, mas sem me queixar, sem conseguir fechá-lo, deixei-me andar por casa assim.
A minha mãe apenas insistiu que vestisse uma camisola quente, não valia a pena obrigar-me a trocar de roupa quando a sua presença na cozinha era urgente.
Troquei de roupa mais tarde
"Mãe, quando é que a Madrinha Matilde chega? Já é de noite!"
Chegou, e só depois disso troquei de roupa.
Deixou os presentes e disse a cada um de nós, as crianças, o que era o presente do outro.
Tentamos adivinhar o nosso.
Eu tentei adivinhar o meu. . .mas as pistas eram impossíveis de seguir.
"Tem rodas? Mas isso é um carrinho. Isso é para meninos."
Lembro-me de ficar triste.
À noite, o tal carrinho transformou-se em patins que nunca aprendi a utilizar.
Lembro-me do cheiro da árvore de Natal.
Do som que fazia quando roçavamos nela.
O ruído das fitas. O barulho das bolas quando caíam.
Nunca mais ouvi esses sons.
Não me lembro do meu pai em nenhum Natal, a não ser no último que passou connosco.
Não, não foi por ter sido o último. Mas por ter sido o único que passei com o meu avô paterno.
Não sei. . .
Não sei porque me lembro, mas sei que os vejo, pai e filho, tão próximos sentados à mesa, mas sempre tão distantes, como sempre estiveram.
No Natal seguinte, não houve mais preparativos assim.
A árvore de Natal reduziu significativamente de tamanho. Em vez de ficar ao canto da sala, passou a ficar em cima do móvel da entrada da sala, acompanhada de pequenos embrulhos que apareciam.
Nunca mais houve os fritos, o arroz doce, o bolo rei, arrumados em cima da mesa da sala.
Tinha 11 anos.
Desde então, os gritos, as discussões, os berros, o choro, vieram substituir o som das fitas e das bolas.
O cheiro dos fritos e da canela foi substituído pelo cheiro do vazio, numa casa cheia de gente.
Houve alguns (poucos, muito poucos) episódios engraçados, derivados de café às 2 da manhã ou de alcool a mais para quem não estava habituada a beber.
Vídeos que mostram as lágrimas misturadas com risos e gargalhadas.
Histórias inventadas, músicas cantandas, gargalhadas
"xiu, os vizinhos daqui a nada reclamam"
Nunca reclamaram, realmente.
Reclamo eu hoje, que não consigo mais suportar o ambiente pesado de pessoas que se unem pelo sangue mas que se afastam pela vida.
Pessoas a quem eu não quero mais do que o melhor para elas.
Mas com quem não consigo conviver sem me sentir uma estranha, numa casa que não é a minha, com comportamentos que não são os meus.
Sinto falta da árvore de Natal.
Sinto falta dos embrulhos que roubam espaço ao chão da sala, onde os primos se sentavam.
Sinto falta da minha Bisavó na noite de Natal que era dela, só dela, era quem recebia mais prendas.
Sinto falta do cheiro dos fritos e da canela.
O ano passado, os preparativos para o Natal em minha casa, a três, souberam a pouco, muito pouco.
Não me consigo recordar de tudo.
Quase não me recordo de nada.
Jantámos cedo.
Trocámos as prendas cedo.
E a noite continuou como num dia normal, sem magia, sem confusão a arrumar e a limpar a sala que ficava cheia de papéis "com cuidado para não ir nenhuma prenda para o lixo".
Este ano, ainda não há árvore de Natal.
Irá ser montada pela hora do almoço de dia 24?
Não sei. . .
Mas sei que, um dia, irei ter o meu Natal como eu queria que ele fosse. . .
Muita gente, muito Amor entre todos, em Paz, sem discussões, com uma mesa arrumada e, quem sabe, com a mesma toalha da minha mãe.
Com uma árvore grande, muito grande, como eu gosto.
Com luzes, com cores, com cheiros de Natal.
À porta ficam os gritos, as discussões, as guerrilhas, as tristezas.
Um dia, o meu Natal será o melhor Natal de todos.
Um dia...
~º(".)º~
o tadinho do meu queriducho do meu fôfo do meu relógio estava perdido. . .dentro da mala! =D
Mas se ainda assim alguém me quiser oferecer um relógio, esteja à vontadinha que eu cá não me importo nada. . .
~º(".)º~
Ou por outra...a quem a CARAPUÇA SERVIR!!!!!!
Meninos e meninas...
Para quem não sabe ou não se recorda, na internet usar MAIUSCÚLAS equivale a GRITAR!
Boa?
Boa!
Ora portantES, se por acaso estiverem a falar com alguém que até está a tentar ser simpático com vocês e SEM MAIS NEM MENOS vocês respondem EM MAIÚSCULAS. . .pah, controlem-se, boa?
Peace and love!
Make love, not war!
E se por acaso AS MAIÚSCULAS sairam por engano, que custa pedir desculpa?
Nada.
Não custa N A D A !
São apenas 8 letrinhas.
Custa alguma coisa?
Se por acaso até estiverem de mau humor e as MAIÚSCULAS forem intencionais, lembrem-se de uma coisa: NINGUÉM TEM QUE ATURAR O VOSSO MAU HUMOR!!!!
BOA?
BOA!
~º(".)º~
O meu relógio abandonou-me.
Trocou-me por outra.
Deixou-me.
Estou desolada. . .completamente frustrada. . .
O meu relógio. . .snif snif. . .foi-se. . .largou o meu pulso sem que eu desse por isso (e dava sempre por isso), abriu as asas e voou. . .
Ok, chega de dramatisto.
Amanhã compra-se uma pilha nova para um Swatch e uma fivela para o outro. Ponto final.
Afinal, o relógio desgraçado, mal agradecido, ingrato que me abandonou nem era o meu favorito!
Mas se alguém me quiser oferecer um novo, esteja à vontade. . .digo eu. . .
~º(".)º~
O receio, o dilema.
Não sei que pensar, não sei que faça. . .
Não sei se perdi o relógio ou o deixei em casa.
Oh, dúvida!
Oh, tormenta!
Que vai ser de mim sem o meu relógio?
. . .
Ok, eu estava a dramatizar a coisa, sim?
Terá ela perdido o relógio?
Terá ela deixado o relógio em casa, em cima da secretária?
Não percam o próximo episódio porque nós também não!
Depois das 19h00 num blog perto de si!
~º(".)º~
que isto (que eu nem sei nomear/adjectivar/whatever) é bonito, pode ficar com ele/isso/whatever!

Trocas de prendas é o que dá.
Especialmente quando no mesmo jantar está presente o maior cromo do Mundo, a personificação da personagem mais sui generis (ui, termo bonito!), como eu dizia, a personagem mais estranha e sinistra que existe. A personagem que mais me revolta o estômago só de me lembrar da sua existência.
Quem me acompanha há mais tempo (tipo, 2 anos) sabe que me refiro ao CROMO com quem trabalhei. . .
Argh!!!!!
Enfim. . .se alguém quiser aquilo ali da foto, faça o favor de dizer!
É que cá por casa não vai ficar muito tempo (não vá a criatura ter-me rogado uma praga...)
A qualidade da foto é subjectiva...acreditem que é para vosso bem. . .
~º(".)º~
Não sei o que dar ao meu mano no Natal. . .=|
No ano passado, graças às sugestões da Maria Ameixa, a.k.a. Rita, comprei-lhe uma tenda para montar em casa e que ele adorou (vá-se lá saber porquê, o meu pai decidiu que a tenda não iria ficar muito tempo montada, embora não ocupasse muito espaço no quartinho do meu pequeno-grande Amor).
Este ano estuo novamente com o problema de não saber o que lhe dar.
Roupa não quero dar. Até porque é o que lhe dou mais, não consigo resistir a uma camisola ou umas calças daquele tamanho pequenino de menino de 2 anos e meio. Ele adora receber roupa da mana (espera até cresceres mais uns anitos, bebé, e vais começar a dizer que roupa não é prenda).
É vaidoso, muito vaidoso mesmo. Quando lhe dou alguma roupa nova, vai logo despir a que tem vestida e veste a nova.
Mas não lhe quero dar roupa.
Já me sugeriram alguma coisa do Noddy (qual é o puto de 2 anos e meio que não gosta do Noddy?), mas não queria cair nessa onda mais comercial. . .até porque o meu pequeno-grande Amor não liga nenhuma a desenhos animados. Já sabe quem é o Noddy, mas não liga muito.
Gosta (muito) de música, mas ja tem os cd's e dvd's todos das histórias da Carochinha. E ainda assim continua a gostar mais de ouvir a música da MTV e canais similares (o raio do miúdo adora The Reason dos Hoobastank. . .lembra-me alguém. . .lol).
Brinquedos tem imensos, especialmente carros e motas (que adora. . .adora motas, ainda me sai motard. . .). Tem não sei quantas caixas de arrumação daquelas enormes recheadas de brinquedos, que raramente usa porque o que ele gosta mesmo é o jipe da Mercedes (que não sei como é que ainda está inteiro), do Smart (tal e qual a mana..lol) e da mota da BMW.
Se ele fosse menina, ficava tão mais fácil comprar algo para lhe oferecer. . .eu nunca soube muito bem o que oferecer a rapazinhos, as meninas são muito mais fáceis de agradar.
O Natal está a menos de uma semana de distância.
As minhas prendas deste ano são muito poucas (lamento, mas não consigo mesmo dar prendas a todos os que gostaria), e o tempo para ir à procura de alguma coisa sem o mínimo de inspiração. . .é curto. . .muito curto. . .
Oh well...aceito sugestões!!!
Urgentes. . .lol
Obrigada.
~º(".)º~
Quando uma simples brincadeira, uma simples experiência, se transforma em hobby e passa a paixão. . .

Mais aqui.
~º(".)º~
- Olá, eu sou o Curse_kasi_william, o Neopet da KooKa.

- Olá, Curse_kasi_william.
Não sei porquê, mas este assunto hoje dá-me vontade de rir. . .
~º(".)º~
Após um post sobre sexo, falar em Presépios é pecado ou uma tentativa de redenção de pecados?
~º(".)º~
É o maior do mundo e está pronto para entrar no Guiness
O maior presépio do mundo está pronto para entrar no Guiness. É de chocolate, é português, foi esculpido em Matosinhos e viajou até ao Porto onde pode agora ser visto, mas não saboreado.
Não é nata, é tudo chocolate. São nove toneladas de branco, preto e de leite. O presépio tem 10 metros de altura e dificilmente caberia no quarto de uma qualquer criança.
Os autores desta Basílica da Estrela em ponto pequeno foram oito pasteleiros e uma artista plástica que esculpiram o presépio em meio ano.
Ver a obra a ser comida seria uma dor de alma para os que criam, mas é uma dor de alma para quem adora chocolate e não pode provar a obra. Seriam precisos meses e daria para muitas dores de barriga.
O maior presépio do mundo tem 30 figuras e pesa duas vezes mais que o italiano, até agora merecedor do título. Vai ser avaliado este mês pela Comissão do "Guiness World Records".
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Fonte: SIC Online
~º(".)º~
«Eu acho que o sexo tem que ser entre pessoas que se amam,
ou se gostam,
ou se respeitam,
ou então não se conhecem mas não têm nada mais para fazer entre as seis e as oito.
Senão fica uma coisa mecânica, entende?»
- Luis Fernando Verissimo
Retirado daqui, chegou até mim por ele.
E agora a dúvida. . .PORQUÊ??? Porque é que tem que ser entre as 6 e as 8?
É que nem é das melhores horas para o sexo (digo eu, há quem diga que é bom, mas também não especifica se é 6 e 8 da manhã ou da tarde/noite. Porque se é de manhã, até nem me parece mau de todo, acordar e ter uma sessão tórrida de sexo parece-me bem, mas não propriamente com quem não se conhece, dormir com estranhos e acordar para ter sexo com os mesmos parece-me algo confuso - tipo "quem és tu? bora fazer sexo?" - mas se for as 6 e 8 da tarde/noite. . .oh pah, essa hora é impossível de se ter sexo porque é hora de ponta - ok, esta aqui se calhar não foi a melhor escolha de termos, adiante - como eu dizia, hora de ponta, stress a espirrar por todos os poros porque está um trânsito imenso e demora-se 1 hora num percurso que sem trânsito se faz em 15 minutos, autocarros cheios com pessoas que desconhecem o significado prático da palavra banho, chegar a casa e ter que pensar em jantar, mas sabia tão bem descansar um pouco primeiro, relaxar, ok, se calhar depois de chegar a casa uma boa sessão de sexo tórrido até era bom, mas não com desconhecidos - voltamos ao mesmo de há pouco - chegar a casa "quem és tu? bora fazer sexo?" - enfim, isto tudo para dizer que sexo com quem não se conhece é estranho, mas sexo é sexo e sexo é bom, excepto quando existe apenas a vontade de sexo pelo sexo mas não se sente o desejo do outro lado. . .aí sim, a coisa fica demasiado mecânica.
Ok, eu calo-me porque isto já está demasiado confuso.
~º(".)º~

Pela mão de Tim Burton em "The Melancholy Death of the Oyster Boy"
~º(".)º~
Em vão
Aquele que usa a palavra «amor» em vão, mais valia que lhe atassem ao pescoço a mó de um moínho e o lançassem ao mar.
in: Estado Civil
~º(".)º~
Uns dias em cima. . .outros dias embaixo. . .

Oh, well...that's life.
Foto: Gordon Segrove
~º(".)º~
eu bem que tento finalizar a minha lista de prendas que gostava de receber.
Mas a lista é extensa (deixei de ser pobrezinha a pedir), mas há uma coisa que, depois deste fim de semana, eu quero mais do que qualquer outra.
Não me importo mesmo nada que não venhas a minha casa na noite de 24, desde que me tragas esta prenda esta semana.
Sim, tem que ser esta semana.
Eu sei que é chato estar a pedir prendas adiantadas, sabendo que tens muito trabalho ainda pela frente, mas de certo que no meu caso abres uma excepção depois de te dizer o que é.
O que eu queria mesmo era voltar atrás no tempo (assim tipo uns 18 meses) e não ter caído no Metro.
Mas, como tal não é possível e o mal já está feito, o que eu te peço, querido Pai Natal, é que me dês esta semana (de preferência já amanhã logo de manhã) uma resposta da companhia de seguros para o meu caso.
É que, não sei se reparaste, mas durante todo o fim de semana (que para mim durou 4 dias), quase não andei. Não apenas porque não tinha muito para onde ir, mas também porque as dores são imensas (ontem e hoje chegam ao ponto de me fazer ter vontade de chorar, e apesar de ser uma grande chorona, no que toca a dores, só choro mesmo quando se tornam insuportáveis).
Como vês, querido Pai Natal, o que te peço até nem é muito.
Simplesmente já não sei a quem recorrer para conseguir finalmente ter aquilo que necessito:
- exames feitos
- operação urgente
- recuperação lenta mas total (ou quase, ou pelo menos mais do que até agora).
Mas para isso, a companhia de seguros tem que deixar de se armar em forreta e pegar já no meu processo novamente.
Já sei que isto ainda vai dar pano para mangas, como aliás tem dado desde o início.
Mas eu já não aguento mais.
Tudo o que eu sempre quis era ser normal. O que neste caso quer dizer poder andar sem coxear, poder usar sapatos em vez de ténis constantemente (por falar nisso, preciso de uns ténis novos e até já sei quais são os que quero), poder usar saias (as quais exigem botas ou sapatos), poder conduzir sem ter dores, poder voltar ao ginásio (novamente) sem restrições, enfim. . .não ter mais dores e não ter mais problemas.
Eu até me tenho portado bem, não tenho Pai Natal?
E também não te peço muito, pois não?
Eu sei que vai ser uma missão difícil para ti, ainda mais nesta época do ano, pois tu tens muito trabalho e as companhias de seguros (sei isto por experiência), estão mais ocupadas a fechar o ano e a facturar o mais possível antes de dia 31. Mas eu preciso mesmo mesmo mesmo mesmo mesmo mesmo mesmo de uma resposta urgente.
Vê o que podes fazer por mim, sim querido Pai Natal?
Prometo que não peço mais nada este ano.
Um muito obrigada desde já (pois sei que vais fazer os possíveis para atenderes ao meu pedido),
KooKa (ou aquele que é conhecida pela Côxa, ou ainda "a que caiu na Rosa dos Ventos").
~º(".)º~
A minha mais recente aquisição.
Directamente da montra da Pull & Bear da Morais Soares para minha casa!

Só chega em Janeiro, mas já precisa de um nome. . .
~º(".)º~
estou a fazer a minha lista de Natal.
Volto quando estiver pronta.

~º(".)º~
Hum. . .ok. . .respirar fundo. . .
Inspirar. . .suster a respiração por uns breves segundos. . .expirar. . .
Pronto. . .a euforia do post anterior está quase a passar. . .
Inspirar de novo. . .suster. . .expirar. . .relaxar. . .
EU VOU FAZER PONTE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
AIIIII Tão bommmmmmmmmm =D
[caracinhas, tou em pulgas!!!!]
Ok. . .respirar fundo novamente. . .
Inspira. . .sustém. . .expira. . .
Outra vez. . .
Inspira. . .sustém. . .expira. . .
E mais uma vez. . .
Inspira. . .sustém. . .expira. . .
Relaxa. . .
[não vás ao Yoga, não. . .não é preciso. . .lol]
~º(".)º~
Coisa boaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!
Eu vou fazer ponteeeeeeeeeeeeeeee!!!!!!!!!!!!!!!!
4....QUATRO...Q U A T R O dias INTEIROS sem vir ao escritório!!!!!!!
Aiiii coisa boaaaaa!!!!
É quase uma sensação orgástica!!!!!
Xiça que eu estou mesmo mal!!!!!
NUNCA fiquei tão contente por ter um fim de semana de 4 dias às minhas frente!!!!!!
Ai que bem que me vai saber!!!!!!!!!
Q U A T R O dias para mim!!!!!
=D
Coisa boa!!!!!!!!!!!!!!!
~º(".)º~
Não sei se não desceu um bocado [grande] na minha consideração. . .
~º(".)º~
sabe que gosto muito de trabalhar consigo e já lá vão 3 anos e meio assim.
Não tenho razões de queixa relativamente ao seu comportamento como chefe, sabe que o acho uma pessoa 5 estrelas e que, mais que um simples chefe, vejo-o também como amigo.
Sabe com certeza que, visto que não tenho direito a subsídio de Natal, fico triste. Claro que gostava de ter uns trocos a mais disponíveis para comprar algo especial para quem me é mais querido.
Mas o que me leva a escrever-lhe não é isso.
O que me leva a escrever-lhe é. . .JÁ ESTAMOS A DIA 5 E EU AINDA NÃO RECEBI O ORDENADO DE NOVEMBRO QUANDO ME GARANTIU QUE ME PAGAVA NO DIA 30!!!!!
Veja lá se mexe as perninhas e me paga depressa!
É que já começa a fazer [muita] falta!
Boa?
Boa!
PS: E não se vai livrar de lhe cravar uma ponte para este feriado. . .a única ponte que fizemos foi no Carnaval e. . .por acaso eu até vim trabalhar [com 40 graus de febre e tudo, mas vim! Por isso, nem pense em dizer-me que não à ponte! Tenho dito. . .]
~º(".)º~
Como eu odeio esta época!!!!!!!!!
[foi só um desabafo e não me vou justificar. Quem quiser saber o porquê, que leia os arquivos ao ano passado, não me vou estar a repetir. Obrigada.]
~º(".)º~
Dirty darts
Our stimulating game of darts takes true skill to play—but it isn't about how well the darts are thrown. The talent lies in performing the various romantic actions it calls for. A player tosses a magnetic dart into one of the board's 25 sections, then his or her partner performs the task detailed in that section, such as "nibble earlobe" or "touch something hidden." The bull's-eye features the word "score," which needs no explanation. Includes six darts.
$24

Mais pormenores aqui.
~º(".)º~
É esse o tom da minha alma.
Chego ao final do dia e a vontade que tenho é chorar.
Porquê?
Não sei.
Sou mulher.
Não preciso de uma razão para chorar.
~º(".)º~
Afinal, não fui à feira da Praça de Londres, com alguma pena minha.
Mas, pelo que pude constatar a meio da tarde, não me parece que tenha perdido muito.
Fui lá espreitar quem estava e não encontrei ninguem conhecido e uma adesão (tanto de público como de artesãos) muito fraca.
Pelo que sei, não choveu durante a manhã e à tarde só lá pelas 17h é que começou a pingar, mas os dias cinzentos não convidam a feiras ao ar livre.
Se bem que, no meu ponto de vista, faltou a divulgação.
Quem foi às compras à Guerra Junqueiro e passou em frente à Mexicana, de certeza que viu os toldos da feira (impossível não ver).
Mas a verdade é que, quem passava, não percebia bem o que estava a acontecer ali.
Já no outro lado do passeio, mesmo em frente, uma grande tenda chamava bem a atenção para a feira do livro que decorria naquele espaço.
Não me arrependo de não ter participado nesta feira.
Até porque vendo bem as coisas. . .ainda não tenho muitas coisas para mostrar, se bem que tenha trabalhado todos os dias nos meus projectos e ainda tenha arriscado coisas novas (que mostro só quando já estiverem todas prontas).
Enfim. . .próximo fim de semana, nova Feira. Desta vez no Príncipe Real.
~º(".)º~
Todos os sábados até dia 17 de Dezembro, decorre no Jardim Central da Praça de Londres em Lisboa uma Feira de Artesanato, entre as 11h e as 18h.
Se o São Pedro for um tipo porreirinho, faz retenção de líquidos amanhã durante o dia todo. Depois, à noite, se quiser, pode até vir um dilúvio.
Isto porque. . .er. . .hum. . .eu, euzinha, je, moi, me, ich. . .er. . .vou iniciar-me nestas andanças das Feiras.
Vou pegar nos meus tarecos e experimentar o lado de lá das bancas.
Mas para isso era preciso que não chovesse.
Por isso, vamos lá todos torcer para que o dia amanhã seja mais sequinho do que nos últimos dias, boa?
É que eu já ando a adiar a estreia há tanto tempo. . .e logo agora que já estou mentalizada (lol) a coisa não pode correr mal. . .
Já sabem, amanhã [se não chover], estou no Jardim Central da Praça de Londres com muitas mais meninas bem mais prendadas do que eu entre as 11h e as 18h.
Aproveitem, apareçam e façam as vossas compras de Natal por lá.
Tenho a certeza que é o sítio indicado para encontrar presentes originais. E únicos.
~º(".)º~
Junho:
Toda a gente contente por receber o subsídio de férias.
Eu...nem o vejo.
Dezembro:
Toda a gente a estoirar o subsídio de Natal em prendas e/ou outras coisas.
Eu...nem o vejo.
Triste vida esta. . .enfim...
É [mais do que] oficial. . .este ano não dou prendas a NINGUÉM.
~º(".)º~