Fechei os olhos e deixei os sons desenharem montes e castelos. Serenei e compus uma peça num palco de memórias. Linda, doce, intemporal, capaz de florescer um rasgado sorriso na essência da minha alma. Num ápice, matei todos os ladrões de sonhos e todas as maldições torturantes. Paz, desejo ardente, loucura... Encenação imaginada com enfeites de ventura duradoira. Domínio de um nevoeiro sagrado harmonioso, de um veneno sagaz contra peregrinos. Silêncio. Apenas peço que me deixem levitar até ao futuro, até a peça acabar, até o pano cair.
Rain :: Março 29, 2006 12:00 AM | Categoria: Textos PoéticosEu deixo!
Mas n te eskecas de regressar... à realidade, à verdadeira, feliz ou não é a que temos!
***
já tinha saudades de um post teu :P
gostei :)
************************ continua :)