No mar os homens lutam contra as correntezas e o cansaço. Não conseguem avistar terra, nem contactar com a marinha e isso começa a pô-los nervosos e ansiosos.
O comandante pára o barco, ancora-o e, juntamente, com a restante tripulação pede forças e uma luz divina que os encaminhe, sãos e salvos para terra, para junto das suas mulheres e famílias.
Quando acabam, avistam quatro barcos que os circundam. Formam uma linha e iniciam, assim, uma pequena oração conjunta. Ao erguerem os rostos para a costa vêm acender pequenas luzes que delineiam toda a falésia e baia, tão suas conhecidas.
Aproximam-se lentamente da praia, mas o nevoeiro e a neblina parecem não querer ajudar. O mar cada vez mais revolto dificulta ainda mais todas as manobras de aproximação dos barcos a terra.
Ela corre por entre a praia e faz abrir o cordão humano, para que a esta seja mais facilmente reconhecida. O nevoeiro dissipa-se um pouco, mesmo na altura em que os barcos entram na baia. Ao chegarem a terra todos se abraçam.
As mulheres entreolham-se e dando as mãos dirigem-se até Isabella, a mulher que tão corajosamente havia ajudado na atracagem segura de todos os pescadores. Dando as mãos formam um círculo em seu redor e ajoelham-se.
Saindo do meio do círculo e juntando-se-lhes, Isabella agradece a nossa senhora. Os homens, estupefactos, abraçam-se e ao juntarem-se às suas mulheres um sol radioso ajuda na felicidade da pequena aldeia de pescadores.

E tudo acaba bem... :)
Bonita imagem, gosto! ;p
Um bonito final, a revelar como a união faz a força :) ************************************* para todas :)
coisalinda :: Setembro 7, 2004 11:43 PMNem sempre acaba assim....infelizmente !
Finurias :: Setembro 9, 2004 03:43 AM