Como mentora deste blog, quero pedir que haja ponderação nos comentários feitos aos nossos posts. Começamos a ficar FARTAS de comentários despropositados, com linguagem pouco correcta e com opiniões descabidas. Já se falou em apagar comentários, em proibir pessoas de poderem comentar.
JÁ CHEGA! Chega de criancices.
Estou a dar uma última oportunidade para as pessoas colocarem a mão na consciência e pensarem duas vezes antes de escrever qualquer parvoeira que seja neste blog. Não quero ter de tomar medidas drásticas.
Se os nossos textos estão aqui, se este blog existe é porque queremos partilhar a nossa opinião com todos e gostamos de ter a vossa opinião também.
Chega de racismos e xenofobias, chega de comentários incoerentes e sem propósito.
Tenham ponderação, que já somos todos bem crescidinhos para termos tento nas palavras e revelarmos os nossos pensamentos de uma forma coordenada e com nexo.
Tenho tentado resolver a questão fora do blog, colocando comentários para fazer ver que existem coisas que são desnecessárias serem ditas. Espero que seja a última vez que tenha de chamar a atenção de quem quer que seja, espero que seja a última vez que tenha de ser colocado online um post a chamar a atenção, espero não ter de tomar uma atitude radical.
Desculpem a rispidez, desculpem a falta de simpatia que só me é característica em casos extremos.
COMPREENSÃO e PONDERAÇÃO! Nada mais que isso.

Nasci diferente do meu irmão mais velho e dos outros 2 que vieram depois.
Nasci diferente na roupa que desde logo me vestiam, no modo como me chamavam. Nasci menina.
Aos poucos fui crescendo e tentando acompanhar o meu irmão, com quem partilhava o espaço em casa. Mas até aí era diferente. Apesar da diferença, eu gostava de ter brincadeiras de meninos. Brincar com carrinhos, entrar nas batalhas de soldadinhos pequenos que o meu irmão coleccionava, fazer corridas de caricas e, um pouco mais tarde, até jogar à bola como os outros rapazes.
Todos meninos mais velhos que me deixavam entrar em algumas brincadeiras, porque até jogava muito bem ao berlinde e sabia dar chutos na bola.
Mas também brincava com as meninas. Saltava ao elástico no intervalo da escola, saltava à macaca em riscos mal desenhados no chão. Servia chás às minhas bonecas, dava-lhes banho e fazia-lhes penteados e roupas da moda.
Na convivência com o meu irmão, em casa sempre me vi diferente dele.
Não apenas porque era mais velho. Mas também porque desde cedo comecei a ajudar a minha mãe nas tarefas da casa enquanto ele brincava com o computador ou ia para casa dos amigos.
Eu era uma menina, tinha que ajudar em casa.
A minha avó via-me como a sua menina que nunca teve, a sua bonequinha, que mimava e enfeitava e comprava vestidos coloridos e bonecas que andavam e falavam.
Fui crescendo e sempre diferente do meu irmão.
Entretanto, meu corpo mudava em proporções e modos diferentes do corpo do meu irmão. Contornos mais arredondados, peito que crescia e me deixava embaraçada na escola. A cintura estreitava, as ancas definiam-se.
Chegou aquela altura de dizer "Quero sair à noite" e ouvia sempre: "Não!"
"Mas ele sai!"
"Ele é mais velho!"
"Ele é rapaz, eu sou rapariga, por isso é que não me deixas sair" - protestava eu.
Se antes eramos cúmplices em brincadeiras, deixamos de o ser em saídas.
Ele saía com os amigos dele e não me levava por ser mais nova. . .e porque eram saídas de rapazes.
Comecei a ter os meus cafés ao fim de semana à tarde com as minhas amigas, olhando com risinhos parvos e tímidos os rapazes das outras mesas.
Continuei a crescer e entender melhor o meu estatuto de rapariga.
Notava diferenças tão grandes entre nós e os rapazes da nossa idade. Eles só queriam falar de futebol, de gajas, de coisas que não nos interessavam.
Algumas das minhas amigas falavam de roupas, coisa a que nunca dei assim tanta importância se era de marca A, B ou C. Falavamos de músicas que nos faziam sonhar. E dos cantores que eram bonitos, mas nunca cheguei ao excesso de me dizer apaixonada por algum.
Falavamos também dos rapazes da escola. Chegámos a fazer uma aposta no nosso grupo de 5. . .qual seria a ordem em que nós as 5 perderiamos a virgindade. Fui a 1ª. Choveram as perguntas que normalmente apenas as raparigas fazem:
"Doeu?"
"Gostaste?"
"Não foi esquisito?"
"Como é que foi?"
A adolescência foi passando. Surgiam as dúvidas, os medos, os receios.
A sensibilidade aumentando, as hormonas que de vez em quando nos deixavam impossíveis de aturar. Todas as alterações do corpo já tinham acontecido.
Passados todos estes anos, sei agora porque sempre me achei diferente.
Sei-o porque o vivo todos os dias.
Na forma como vejo o mundo.
Na forma como ainda sonho.
Na forma de sentir as coisas.
Sei-o porque me relembro todos os dias que algo que é maravilhoso.
Sei-o porque sou. . .Simplesmente Mulher. . .=)

"Anda, aproxima-te, não tenhas medo…" - disse-me ele uma voz calma e sedutora que imediatamente me fez estremecer a Alma e paralisar o meu corpo por alguns instantes. Fiz o que me mandou, avizinhei-me dele e encostei a minha cabeça pesada no seu ombro... Ele, enquanto me acariciava o cabelo, pedia amor e paixão, pedia algo que o trouxesse de novo para a vida, para a alegria de passear neste mundo!
Um copo puxa outro, um toque atrai outro, um beijo quase a acontecer, um coração acelerado à procura de apenas de mais uma aventura!
Pegou-me na mão e abandonamos o bar. Levava-me em direcção à sua casa para, depois de mais um copo ou outro, lhe ser confiada a chave do cofre!...
A casa era enorme, sombria, não tinha rastos de pegadas, passos, risos e vidas... era só ele e mais as suas estátuas, era apenas a sua alma e o sossego do Inferno! Assustei-me com o aspecto da mansão, arrepiei-me a cada porta que trespassava, sentia medo de algo inanimado, não percebia o porquê...
O quarto simples, a cama gigante que fez me esquecer o horror do resto da casa, o café quente que ele me serviu amigavelmente!... Quero dar-te o Mundo, quero ter-te aqui... ouvi ressoar na casa. Não, não era isto que eu queria de ti. Estou apegada a um fantasma e com ele não sei viver. Vai para trás, não quero comprometer-me!

Mas dei-me, entreguei o meu corpo desesperadamente porque tal como ele eu também precisava de algo que me prendesse à Vida! Tal como ele, preciso de um outro para esquecer... para matar o fantasma com o qual aceitei Viver durante tanto tempo mas que progressivamente me arrasta para a Morte... precisava de enganar me a mim mesma e pensar que esta seria a esperada Salvação!
Homens... Um bicho estranho...
Entram em extâse na presença de cerveja, babam-se copiosamente se vêm passar um "rabo-de-saia" na rua, conseguem aguentar 1h30 a ver 20 homens a correr atrás de uma bola e quando estão com os amigos parecem regredir 5000 anos na História da Humanidade. Dormem quando estão com sono, riem quando estão contentes, comem quando têm fome, pensam em sexo 90% do tempo e dizem asneiras durante o tempo restante.
E ainda assim conseguem ser as criaturas mais adoráveis à face da Terra.
Enfim... Homens!
"Can't live with them, can't live without them"

Deixo-me observar durante alguns segundos, uma troca de olhares, uma tentativa de comunicar... olho para o lado, desvio os meus pensamentos dos teus e não os quero cruzar mais alguma vez! Doeu...
A tua vivacidade contrasta com a minha apatia, mas não me preocupo com a discrepância de vidas que levamos! Um caminho novo prepara-se para ser percorrido por nós separadamente, mas com tanto ainda que nos une, com um mundo que se abismou há pouco tempo atrás, com uma arca repleta de momentos bons e maus que partilhámos e com um sorriso que nos acompanhará sempre que recordemos o que um dia constituiu um "Nós" nesta vida...
A separação, a dificuldade de viver, a dor de te ver constantemente comigo, nos meus sonhos, nos meus pensamentos diários, nas fotos, nas palavras que soletro... cada sussurro do vento és tu a espreitar na minha vida!
Começo a perder o controlo de mim e do mundo, começo a alucinar as pessoas que comigo tentam conviver, temo o desatino total do que fui, do que sou, do que serei... passado, presente e futuro... vida e morte... tu e eu... Antagónicos!
Por vezes, quando se recebe aqueles mails cheios de perguntas onde existe aquela "se pudesses ser outra pessoa quem serias?!" Nunca me passou pela cabeça dizer "ser um homem"... É algo que eu não tenho nenhuma curiosidade, adoro ser mulher e não o trocaria nem que fosse pela experiencia de só durante um dia ser homem.
Quando era mais nova pensava que era feminista... Não sei se isto acontece com a maior parte das raparigas, mas eu acho que tive esta fase porque comecei a ver a existência de muito machismo, fazia-me confusão os homens mandarem e pensava que com a ideologia feminista podia mudar o mundo! E sermos nós as poderosas... O que agora sei é que o feminismo é como que o machismo mas no feminino, o que é errado! Porque a nossa luta baseia-se sim, em iguais direitos.
Percorremos um longo caminho, e ainda temos uma certa distância a percorrer, mas ja se consegue ver a importância da mulher na vida política, social, artística, etc, no país e no mundo!
E quanto aquela máxima de "por trás de um grande homem existe uma grande mulher" é correcta, uma mulher suporta mais que o "grande homem" e não permite que este "caia"! Mas isso... é conversa para outro post...
Ajoelhada à beira mar observo o pôr do sol, sinto o cheiro e aprecio a brisa misturada com o calor de um fim de tarde. Sinto-me exausta, depois da longa caminhada que acabo de efectuar. Sem mais demoras mergulho no mar tranquilo e quente com a finalidade de descontrair.
Os pensamentos percorrem a minha mente a uma velocidade assustadora, por mais que tente não consigo descontrair. Deitada na areia, fecho os olhos e sorrio, doces recordações invadem-me o espírito, imbuindo-me de uma leve esperança, mas logo os últimos acontecimentos fazem-me sentir inútil, como se todos os esforços que despendi, não tivessem surtido qualquer efeito.
Dirijo-me a casa, a noite acaba de cair, com os olhos postos na lua e nas estrelas esbarro, acidentalmente, com um rapaz. Peço-lhe desculpa delicadamente. Uma simples troca de olhares, faz-me aperceber que ele se encontra tão perdido quanto eu.
Breves segundos bastaram para que, sem palavras, transmitíssemos que tudo pode melhorar. Uma troca de sorrisos, um gesto envergonhado... seguimos os nossos caminhos com a certeza de que basta um sorriso, para aliviar a dor mais profunda do nosso ser!

Romântica por natureza, devota a um bom romance, apaixonada pela literatura... Mulher!
Apesar de ser completamente viciada neste mundo virtual, que me ocupa grande parte do tempo, continuo a conseguir arranjar algum tempo para matar um pouco do meu vicio.
Mas não é todo o tipo de literatura que me fascina. Há cerca de ano e meio, tomei conhecimento de uma escritora americana e fiquei encantada com o seu estilo de escrita: a acessibilidade da linguagem, as suas descrições, o drama e o amor, a alegria e a tristeza, a emoção... todos estes pequenos elementos fazem-nos mergulhar nas histórias de corpo e alma.
Danielle Steel retrata nos seus livros temas actuais, que nos deixam a pensar no que lemos. Meningite, mães de dezasseis anos, cirurgias, vida frenética de cantoras de Hollywood e de pivots da TV, sida, alcoolismo, anorexia....
Não quero, no entanto, colocar os escritores portugueses de lado, nunca foi essa a minha intenção com este texto, o que se trata é que por mais que procure, não encontro ninguém, que dentro do meu estilo de leitura preferido, retrate temas tão importante como estes, da forma como ela o faz.
Subtil e delicada, imbuída de magnetismo e versatilidade na linguagem, envolta em romantismo... é assim a escrita de Danielle Steel.

Saúde
Em épocas de diminuição dos recursos alimentares, as raparigas e as suas mães são, muitas vezes, as últimas a serem alimentadas, o que tem como consequência uma dieta pobre em calorias e proteínas. Calcula-se que cerca de 450 milhões de mulheres adultas, nos países em desenvolvimento, sejam raquíticas em virtude da subnutrição proteínico-energética na infância. As carências de iodo e de ferro também têm consequências significativas para as grávidas e os seus filhos.
Registou-se um aumento alarmante do número de raparigas infectadas com o VIH. As adolescentes correm um alto risco de contracção do VIH porque a sua baixa condição social muitas vezes as pressiona a colocarem-se em situações em que são obrigadas a ter relações sexuais não protegidas com homens.
Existe uma consciência crescente da necessidade de proporcionar informação, orientação e serviços às adolescentes relativamente às doenças transmissíveis por via sexual, bem como à saúde reprodutiva e sexual.
- Na Nicarágua, o Fundo das Nações Unidas para a População (FNUAP) apoiou a criação de um programa que se centra na saúde reprodutiva das adolescentes e na prestação de serviços aos jovens das zonas rurais, por meio de equipas móveis e grupos de teatro.
- Na Dominica, Federação Russa, Indonésia, Letónia e República Checa foram criados programas de educação sobre saúde sexual e reprodutiva.
- Em Granada, na Indonésia, República Checa e Suazilândia, entre outros países, foram criados programas para educar os jovens relativamente aos VIH/SIDA.
- Nas Antilhas Holandesas, Santa Lucia e São Vicente e Granadinas realizaram-se campanhas de informação e seminários orientados para a prevenção da gravidez entre as adolescentes.
- A Espanha, a Geórgia, a Índia e o México realizaram actividades de promoção relacionadas com a saúde e a alimentação, dirigidas às raparigas e às jovens.
Fonte: ONU
Como autora e leitora assídua deste blog, tenho por hábito seguir atentamente todos os comentários feitos.
Hoje deparei-me com uma questão bastante pertinente e algo assustadora:
Será que a maioria dos leitores são homens? Se sim, porquê?
Será porque existem mais homens no mundo da blogoesfera?
Será que os homens têm uma curiosidade nata pelos assuntos femininos?
Será que os homens modernos estão finalmente empenhados em tentar entender as mulheres?

Muito se fala em redor do Euro 2004, mas acho que se deve salientar, que não são só os homens que se interessam por este tema.
Fanática por futebol como sou, procuro estar sempre a par das últimas novidades, assisto atenciosamente a cada jogo, discuto lances e jogadas com alguns amigos, tudo em prol desta minha paixão: o desporto, o futebol.
Ao visitar o site oficial do Euro foi com satisfação que me deparei com uma noticia sobre a conferência de imprensa dada pelo Sr. Martin Kallen (Director das Operações do Euro 4004).
A noticia intitulava-se “Euro 2004 está a ser um sucesso”.
Expressões como “Festa do Futebol” ou “torneio pautado pelo sucesso” estão bem patentes no discurso proferido por Martin Kallen.
As opiniões dos adeptos são unânimes: estão a gostar do torneio, “do país e da forma calorosa e amigável como foram recebidos pela população.”
Este Europeu tornou-se numa competição repleta de grandes emoções até ao final, uma vez que a passagem ou o abandono de algumas das 16 selecções (Portugal, Espanha, Grécia, Rússia, França, Inglaterra, Croácia, Suíça, Dinamarca, Suécia, Itália, Bulgária, República Checa, Alemanha, Holanda e Letónia) presentes no torneio dependem dos últimos jogos da primeira fase.
Ao longo de todo o campeonato nacional era com admiração que assistia aos jogos liderados pelo Sr. Lucílio Baptista.
Em jogos grandes, as suas principais características eram a serenidade e a coerência, com que comandava os noventa minutos. É o representante da arbitragem portuguesa no Euro 2004, e assim se tornou num dos senhores da arbitragem nacional.
É de louvar a atitude patriota que percorre o país de norte a sul, a força que se tem dado à selecção, mas tenho de concordar com o que alguns jornalistas têm mencionado: o apoio á selecção tem de ser efectuado durante os noventa minutos de jogo, tem ser do primeiro ao último minuto, mesmo que estejamos a perder, o apoio vindo de fora faz aquecer as almas de quem está dentro de campo, faz ganhar mais esperança, faz com que se dê tudo por tudo para não desiludir quem nos apoia.
Não digo isto só para bem parecer, porque posso ser tudo, menos esse tipo de pessoas. Digo isto porque já senti na pele e sei o quanto é importante o apoio que temos da bancada.
Um pedido: Apoiem PORTUGAL...

Caminho deslizando em tua direcção, ser humano frágil e perigoso... apenas visualizas um vulto, escuro, uma mancha que não distingues! sim, sou Eu...
Não fujas, eu apanho-te de qualquer das maneiras... bato-te à porta com suavidade e sei que me deixarás entrar! Por muito que não queiras, não consegues resistir à minha doce sedução, a vontade e curiosidade de conhecer algo a que não tens direito leva-te à loucura, e mesmo tentando impedir a minha chegada e consequente entrada, acabas sempre por ceder...
Como gosto de ti, Humano... como gosto de sorrir maleficamente quando te vejo ao meu colo, encantado com a viagem que te ofereço... deixo-te atordoado sempre com o meu olhar hipnotizante e sei que adoras que eu te envolva nesta espiral de aventura...
Anda, vem comigo...
Sou A TUA MORTE...

Sonhos que se tornam realidade, presságios que de um momento para o outro me aterrorizam e fazem rolar pelo meu rosto lágrimas, ou de tristeza ou de alegria. Atitudes tomadas num simples acto reflexo que, depois de analisadas com mais calma, me fazem pensar.
Neste momento de grande fragilidade emocional todos estes poderes que fazem parte de mim, da minha alma, do meu ser, tornam o meu dia a dia num autêntico sobressalto.
Por vezes penso em não dar grande importância, a esta virtude ou defeito que possuo, mas a realidade que me envolve impede-me de conseguir esquecer o que acontece, impele-me a pensar seriamente em tudo o que pressinto, sonho ou penso e que no exacto momento a seguir acontece.
Sinto-me consumida por um medo terrível que cresce em redor desta mistura de sentimentos. Imaginem o que é fechar os olhos e pensar, numa duração de milésimos de segundos, numa coisa e assim que olho em meu redor realmente acontecer o que vi na minha mente. Imaginem o que é pressentir uma coisa e nem passado um minuto ela acontecer, podendo eu sair ferida e bem ferida da situação. Já não falando dos inúmeros dejá vus que possuo ou sinto, nem sei bem definir o sentimento que o envolve.
Sei que grande parte destes sentimentos não fazem parte do, chamado, Sexto Sentido da mulher, mas existem momentos em que dou por mim a pensar: será mesmo por ser Mulher que possuo este tipo de sentimentos / pressentimentos?
Aproveito a deixa para que me possam ajudar a acalmar a dor e o sofrimento que vai dentro de mim, ainda por cima numa fase tão importante da minha vida em que necessito da máxima calma possível para poder efectuar os exames e conseguir ingressar no curso que tanto desejo.
Por Favor.... AJUDEM-ME!
Coisas que só as mulheres conseguem:
a.. Fingir naturalidade durante um exame ginecológico.
b.. Usar o poder de uma calça jeans para redefinir a estrutura do corpo
c.. Ter crise conjugal, crise existencial, crise de identidade, crise de nervos!
d.. Ser mãe solteira, mãe casada, mãe separada, mãe do marido.
e.. Rasgar a meia na entrada da festa.
f.. Sentir-se pronta para conquistar o mundo, quando está usando um batom novo!
g.. Achar que o seu relacionamento acabou, e depois descobrir que era tudo tensão pré-menstrual.
h.. Nunca saber se é para dividir a conta, ou se é para ficar meiguinha.
i.. Dizer não, para ele insistir bastante, e aí ter que dizer sim!
SÓ AS MULHERES ENTENDEM...
a.. Por que é bom ter cinco pares de sapatos pretos
b.. A diferença entre creme, marfim, e bege claro
c.. Achar o homem ideal é difícil, mas achar um bom cabeleireiro é praticamente impossível
E O TÓPICO NÚMERO UM QUE SÓ AS MULHERES ENTENDEM:
a.. AS OUTRAS MULHERES!
Fazer feliz uma mulher é fácil... Só é necessário ser:
1) Amigo
2) Companheiro
3) Amante
4) Irmão
5) Pai
6) Chefe
7) Educador
8) Cozinheiro
9) Mecânico
10) Canalizador
11) Decorador de Interiores
12) Estilista
13) Electricista
14) Sexólogo
15) Ginecologista
16) Psicólogo
17) Psiquiatra
18) Terapeuta
19) Audaz
20) Simpático
21) Desportista
22) Carinhoso
23) Atento
24) Cavalheiro
25) Inteligente
26) Imaginativo
27) Criativo
28) Doce
29) Forte
30) Compreensivo
31) Tolerante
32) Prudente
33) Ambicioso
34) Capaz
35) Valente
36) Decidido
37) Confiável
38) Respeitador
39) Apaixonado
40) e sobretudo........muito rico!
Da mesma forma há que ter atenção a:
a. Não ser ciumento, mas não desinteressado;
b. Dar-se bem com a família, mas não lhes dedicar mais tempo do que a ela;
c. Dar-lhe liberdade, mas mostrando-se preocupado em saber por onde andou.
E muito importante é ainda:
Não esquecer as datas do seu aniversário, noivado, casamento, formatura, menstruação, data do primeiro beijo, aniversário da Tia, Irmão ou Irmã mais querida, aniversário dos Avôs, da melhor amiga e do gato.
Infelizmente, o cumprir à letra estas instruções não garante a 100% a felicidade dela, porque poderia sentir-se imersa numa vida de sufocante perfeição e fugir com o primeiro que lhe aparecesse à frente.
Demasiado simples, não?
A criança do sexo feminino enfrenta muitas vezes a discriminação desde as primeiras fases da vida, ao longo da infância e até à idade adulta. A sua situação de inferioridade reflecte-se na negação de necessidades e direitos fundamentais e em práticas tão prejudiciais como a preferência pelos filhos, o casamento precoce, a mutilação genital feminina, a violência doméstica, o incesto, a exploração sexual, a discriminação, uma menor quantidade de alimentos e um menor acesso à educação.
Em reconhecimento do facto de em muitos países, tanto desenvolvidos como em desenvolvimento, a situação das raparigas ser significativamente pior do que a dos rapazes, a Quarta Conferência Mundial sobre a Mulher, realizada em Beijing em 1995, identificou a persistente discriminação contra a criança do sexo feminino e a violação dos seus direitos como uma das 12 esferas de preocupação especial que exigiam atenção urgente dos governos e da comunidade internacional.
Durante a sua 41ª. sessão, em 1997, a Comissão da Condição da Mulher, das Nações Unidas, propôs a adopção de medidas adicionais para proteger e promover a emancipação das raparigas. Entre as conclusões acordadas na sessão, contavam-se medidas para evitar e erradicar a venda de crianças, a prostituição e a pornografia infantis, bem como acções destinadas a permitir que as raparigas, incluindo as raparigas grávidas e as mães adolescentes, continuassem a sua educação.
Educação
Em geral, o número de raparigas que frequentam a escola ainda é muito inferior ao dos rapazes. Uma das principais razões pelas quais muitas raparigas não frequentam a escola é a carga de trabalho que sobre elas recai, tanto dentro como fora da família. As filhas são muitas vezes mantidas em casa para ajudarem a família, porque o valor social e económico da educação das raparigas não é reconhecido. É um facto pouco conhecido que, entre as crianças de todo o mundo cujo trabalho é explorado, o número de raparigas é superior ao de rapazes.
Sem acesso à educação, as raparigas vêem-se privadas dos conhecimentos e aptidões necessários para melhorar a sua situação. Ao educarem as raparigas, as sociedades obtêm ganhos económicos. Além disso, as mães que receberam educação costumam ter famílias mais pequenas, com filhos mais saudáveis e melhor instruídos.
Nos últimos anos, muitos governos comunicaram a adopção de medidas para criar condições positivas para as raparigas, de modo que possam, como cidadãs, desenvolver ao máximo as suas possibilidades.
- Mediante legislação, a Nigéria proíbe que as raparigas sejam retiradas da escola para garantir que possam prosseguir e concluir a sua educação.
- A Zâmbia começou a conceder bolsas de estudo a raparigas.
- Em países como a Áustria, o Burkina Faso, a Dominica, o Irão, o Japão, o México, Portugal e a Zâmbia foram iniciados programas de medidas positivas para incentivar as alunas a estudarem ciência e tecnologia e outras disciplinas não tradicionais.
- O Butão, a Índia, Myanmar, Portugal, a República Checa, Santa Lucia, Trinidad e Tobago e o Uganda, entre outros países, criaram oportunidades para a formação prática e profissional das raparigas.
Fonte: ONU
Muito tempo entendida como um capricho, a anorexia nervosa adquiriu o direito de ser citada nas patologias do século XIX graças a Laségue e a Gull.
Hoje em dia atinge 5% dos adolescentes, com uma maior incidência na população feminina (cerca de 95%), normalmente entre os 15 e os 25 anos.
Caracteriza-se por uma perda importante de peso auto-imposta e uma atitude psicopatológica distorcida face à alimentação, ao seu peso e à sua imagem corporal. A doença ocorre tipicamente pouco depois da puberdade ou, mais tarde, na adolescência e em culturas onde é socialmente desejável ser-se magro.
Principais Sintomas da Doença:
- Recusa voluntária dos alimentos com muitas calorias;
- Perda de peso notável;
- Uso compulsivo da balança;
- Uso de laxantes e diuréticos;
- Vertigens e dores de cabeça;
- Perda de menstruação (amenorreia);
- Perturbação grave da imagem corporal;
- Dificuldade de concentração e aprendizagem;
- Realização compulsiva de exercício físico;
- Maior irritabilidade;
- Isolamento social;
- Osteoporose;
- Alterações dentais;
- Pele seca e escamada;
Em casos extremos, a anorexia nervosa pode provocar a morte.
Números da Doença em Portugal
Entre 1993 e 1996 foram tratados 124 casos de Anorexia Nervosa no Hospital D.Maria.
A idade das pacientes variava entre 11 e 27 anos. Em média as pacientes consultaram ajuda médica 2 anos após o início da doença. A média dos seus pesos era 41Kg. O tempo de amenorreia das pacientes variava entre 3 meses e 7 anos.
Foi possível o tratamento de 87 casos.
19 pacientes necessitaram de internamento psiquiátrico.
Foi possível a recuperação da menstruação em 67% dos casos.

Seus corações quebram quando um(a) amigo(a) morre.
Elas lamentam-se com a perda de um membro da família, contudo são fortes quando elas pensam que não há mais força.
Elas sabem que um abraço e um beijo podem curar um coração quebrado.
O coração de uma mulher é o que faz o mundo girar!
Mulheres fazem mais do que dar a vida.
Elas trazem alegria e esperança.
Elas dão compaixão e ideais.
Elas dão apoio moral para sua família e amigos.
Mulheres têm muito a dizer e muito a dar."
PS: Recebido por e-mail. Seja quem for o autor, sabe do que fala.
Temos vindo a assistir gradualmente a uma sobrevalorização da imagem, principalmente da imagem feminina. Nos últimos anos o "culto do corpo" tornou-se uma preocupação geral que atinge todas as mulheres independentemente da sua faixa etária, classe social ou religião. O ideal de beleza sofreu uma alteração radical. A todo o momento somos confrontados com imagens de celebridades escanzeladérrimas, com corpos moldados à custa de greves de fome sucessivas. É este o padrão de beleza da sociedade actual.
Num país com a maior taxa europeia de adolescentes obesos e onde apenas 20% da população pratica exercício físico regularmente, as consequências são óbvias:
- Segundo estatísticas do INE 75% das mulheres pensam que têm excesso de peso, quando na realidade apenas 25% das mulheres estão acima do peso normal;
- A corrida aos ginásios aumenta de dia para dia;
- A venda de produtos dietéticos, lipoadelgaçantes e inibidores de apetite aumentou 70% nos últimos 3 anos;
- A anorexia e bulimia atingem as adolescentes cada vez mais cedo, começando muitas vezes aos 11 anos de idade;
- Cada vez mais mulheres recorrem a tratamentos cirúrgicos.
Vive-se uma ditadura da beleza em que o corpo é o alvo de todos os sacrifícios.
Será necessária esta maratona para nos sentirmos bem com o nosso próprio corpo? Não terá um preço demasiado elevado?
É bom sermos donas do nosso corpo, mas a que custo?

De acordo com o Fundo das Nações Unidas para a População (FNUAP), calcula-se que entre 85 e 114 milhões de mulheres e raparigas, na sua maioria residentes em África, no Médio Oriente e na Ásia, foram submetidas à mutilação dos seus órgãos genitais.
A mutilação genital feminina, ou "circuncisão feminina", consiste na ablação total ou parcial do clítoris e outros órgãos genitais. A sua forma extrema, a infibulação, implica a ablação do clítoris e de ambos os lábios e a sutura da vulva, deixando apenas uma pequena abertura para permitir a passagem da urina e do fluxo menstrual.
Essa mutilação das raparigas tem consequências importantes a curto e a longo prazo. É extremamente dolorosa e pode provocar infecções e a morte, bem como dificuldades no parto e uma maior vulnerabilidade ao VIH/SIDA. Esta prática reflecte o consenso social imperante de que é preciso preservar a virgindade da rapariga e da mulher até ao casamento e que a sua sexualidade deve ser controlada. Nessas culturas, os homens muitas vezes não se casam com raparigas não circuncidadas, por as considerarem "impuras" e "sexualmente indulgentes".
Desde a Conferência de Beijing, foram tomadas, entre outras, as seguintes medidas contra a mutilação genital feminina:
- Como parte de uma campanha de promoção internacional, em Setembro de 1997, o FNUAP nomeou Waris Dirie, activista e modelo, Embaixadora Especial para a Eliminação da Mutilação Genital Feminina.
- A Organização Mundial de Saúde (OMS) preparou materiais de formação e realizou cursos práticos para criar uma maior consciência entre as enfermeiras e parteiras na região de África e do Mediterrâneo Oriental numa tentativa de obter a sua participação activa na luta contra a mutilação genital feminina.
- A Tanzânia é um dos dez países onde a mutilação genital feminina é amplamente praticada e que aprovou leis para criminalizar a sua prática. Entre as sanções, incluem-se multas e penas de prisão. Os outros nove países são: o Burkina Faso, a Côte d’Ivoire, o Djibouti, o Egipto, o Gana, a Guiné, a República Centro-Africana, o Senegal e o Togo.
- Vários países, como a Austrália, o Canadá, os Estados Unidos, a Nova Zelândia e o Reino Unido, que têm populações de imigrantes que praticam este ritual, aprovaram disposições similares para procurar eliminar essa prática.
- A Nigéria criou o teatro Fístula Vesico-Vaginal e centros de reabilitação para prestar cuidados a menores casadas que tenham sido afectadas pela mutilação genital feminina.
Fonte: ONU
Pensei em escrever algo sobre ser mulher, mas como todas as outras mullheres do blog já o tinham feito e de uma forma tão agradável e perfeita, não teria essa ousadia! De maneira que vou apenas ilustrar um pensamento de uma mulher (ainda de palmo e meio)!
- Livro de Mitos Gregos e D’Aulaires
Encontrei esta frase no Livro "O segundo Verão das Quatro Amigas e um Par de Calças" e fez-me meditar (…). Penso que podemos vê-la de dois modos. O que me veio logo à cabeça foi isto:
Por vezes, afastamos os que pensamos serem mais inúteis, mais feios, menos agradáveis, ou os que de algum modo nos ameaçam, esquecendo-nos de que eles também podem ser os tais "parentes distantes" e podem ter qualidades. Só precisamos de "furar" um bocadinho o muro que nos rodeia e nos faz pensar que somos perfeitos.
Depois, meti-me a pensar mais um pouco na frase e então cheguei à conclusão de que estes tais centauros selvagens e indisciplinados, talvez pudessem ter sentimentos. Os centauros são a raiva, o ódio, o desprezo, a tristeza, a infelicidade, a cobardia... Porque embora estes sentimentos nos remetam para sensações menos boas, eles também existem e por vezes aparecem e tomam partes da nossa vida, como se ela fosse negra! Mas, esquecemo-nos que esses centauros também nos oferecem coisas boas (mesmo que posteriormente), pois após a tristeza, vem a alegria, após a infelicidade, a felicidade etc... E se não houvessem esses sentimentos que consideramos "maus", nunca poderíamos saber a maravilha que é sentirmos os "bons"!
Foi para isso que esta frase me levou. Agora contem-me... O que vos diz ela a vocês?

Uma sala vazia, oca, sem presença nem ausência, apenas perdida na imensidade da escuridão... uma mulher ao canto, que chora em silêncio com medo que as paredes oiçam! Um corpo que treme de frio, umas mãos frágeis que se agarram ao nada, um pensamento que voa bem longe, na procura e descoberta de cores e companhia!...
Um abandono que não tem cor, nem palavra... um corpo que não tem nome, nem forma, afogado pelas lágrimas que caíram do rosto. Um sentido de vida perdido, um sonho desfigurado, um sala escura, um corpo gelado, uma morte planeada, um desejo ferido, uma mão que não ajuda... um olhar vazio, um abandono sentido!

A lei Portuguesa refere o seguinte no que toca à temática do aborto:
1. Não é punível a interrupção da gravidez efectuada por médico, ou sob a sua direcção, em estabelecimento de saúde oficial ou oficialmente reconhecido e com o consentimento da mulher grávida, quando, segundo o estado dos conhecimentos e da experiência da medicina:
a. Constituir o único meio de remover perigo de morte ou de grave e irreversível lesão para o corpo ou para a saúde física ou psíquica da mulher grávida;
b. Houver seguros motivos para prever que o nascituro virá a sofrer, de forma incurável, de doença grave ou malformação congénita, e for realizada nas primeiras 24 semanas de gravidez, comprovadas ecograficamente ou por outro meio mais adequado de acordo com as legis artis excepcionando-se as situações de fetos inviáveis, caso em que a interrupção poderá ser praticada a todo o tempo;
c. A gravidez tenha resultado de crime contra a liberdade e autodeterminação sexual e a interrupção for realizada nas primeiras 16 semanas.

Muitos discordam defendendo que a mulher não deve ser penalizada se praticar o aborto até as 10, 12, 14 ou mesmo 24 semanas de gravidez.
Em 1971 o Supremo Tribunal de Justiça, dos EUA pediu, a mais de duzentos de entre os mais prestigiados especialistas americanos, que elaborassem um relatório sobre o desenvolvimento embrionário. Esse documento diz o seguinte:
Sendo assim, a partir do momento da concepção existe um ser vivo, um ser humano.
Porque é que será legítimo matar um ser vivo antes das 10 semanas? E antes das 12? E antes das 14? E antes das 24?
Será que antes disso ele não é considerado um ser vivo? Então quando é que ele passa a ser? Quando nasce? Se é legítimo matar uma criança antes do nascimento, então também deveria sê-lo depois de nascer. Porque é que isso é considerado infanticídio e o aborto não deveria ser considerado crime?
Outros alegam ainda que para a mulher, ser mãe é uma opção, e como tal não deveriam ser penalizadas por prática de aborto.
Não terá a mulher direito de utilizar práticas de contracepção eficazes? Não terá ela o dever de assumir as responsabilidades caso esta falhe?
Se a mulher engravida, o pai da criança não tem o dever de assumir a responsabilidade juntamente com ela? Então e a opção de ser mãe é um direito apenas da Mulher?!
Deixo estas questões em aberto.
A Organização Internacional para as Migrações (OIM) calcula que o tráfico de mulheres e crianças, na maior parte dos casos para exploração sexual com fins comerciais, gera até 8000 milhões de dólares anuais. Os enormes lucros obtidos pelos perpetradores, ligados cada vez mais à criminalidade organizada, transformaram este comércio numa ameaça mundial que cresce rapidamente.
As mulheres e raparigas pobres contam-se entre os principais grupos-alvo dos traficantes, em virtude da marginalização e limitados recursos económicos. Algumas são participantes voluntárias atraídas por promessas de maiores rendimentos e de libertação da pobreza. Outras são coagidas e muitas terminam na prostituição, contra a sua vontade.
Para combater esta situação:
- As Filipinas lançaram uma iniciativa, em cooperação com a sociedade civil e outros governos, que inclui actividades de formação e a e a criação de procedimentos para organizações de primeira linha para combater o tráfico de mulheres e raparigas.
- No âmbito da sua investigação da criminalidade organizada, a Polícia lituana criou uma Divisão de Combate ao Tráfico de Mulheres, dentro do Departamento de Polícia.
- A China introduziu alterações ao seu código penal relativas ao rapto de mulheres e de raparigas e à prostituição forçada.
- Nas zonas fronteiriças, Myanmar criou oito centros profissionais para mulheres e raparigas, a fim de evitar o tráfico de mulheres.
- Os Países Baixos nomearam um relator nacional encarregado de apresentar um resumo dos dados sobre o tráfico de mulheres e os métodos para o evitar.
- A Albânia e a Federação Russa lançaram campanhas de educação dirigidas às possíveis vítimas.
Fonte: ONU
Até quando vai o nosso país ser um paraíso para os traficantes de mulheres, nomeadamente estrangeiras, que se vêem obrigadas a entrar no mundo da prostituição?
Noite... Dia... Sol... Lua... Brilho... Escuridão! Envolta num mar de flores, banhada pelos raios da lua, inspirada no vazio, seguindo a corrente da vida: penso... Penso no nada e no tudo em simultâneo. Vivo rodeada de mil cores, mil cheiros e mil sabores.
Falar... Ouvir... Cantar... Gritar... Sonhar... Dançar... Correr... Viver... Escrever! É tão fácil afirmar: Escreve... chora... grita... tudo isso te alivia a alma, mas quando nem mesmo estas pequenas acções ajudam na solução dos problemas, o que fazer? Pedir ajuda a um estranho? Pedir opiniões aos nossos amigos?
Hummm... Como é difícill arranjar inspiração quando ela desaparece com um estalar de dedos... Quando ela se desvanece numa nuvem de fumo... Quando ela se dispersa no mundo que nos rodeia...
Olhares presos na imensidão do Universo... Suspiros soltos como sopros suaves para Dentes de Leão...
Pés descalços recebendo a humidade das ervas... Rostos molhados por gotas de chuva...
Sorrisos felizes ou simplesmente tristes... Preocupações e aflições que nos marcam a vida...
Palavras sem sentido... Divagações permanentes... Inspiração perdida...
Pensamentos interrompidos por banalidades... Acções abandonadas, suspensas no ar... Palavras esquecidas com vontade de voar.
Espíritos soltos, almas perdidas, tudo em prol de uma palavra: Vida.

- Kofi Annan, Secretário Geral das Nações Unidas
A violência contra as mulheres assume diversas formas, incluindo a violência, a violação, o tráfico de mulheres e raparigas, a prostituição forçada e a violência em situações de conflito armado, tais como os assassínios, as violações sistemáticas e a gravidez forçada. Inclui também os assassínios por motivos de honra, a violência relacionada com o dote, o infanticídio feminino e a selecção pré-natal do sexo do feto em favor de bebés do sexo masculino, a mutilação genital feminina e outras práticas e tradições danosas.
Violência Doméstica
A violência doméstica, em especial o espancamento da mulher, é talvez a forma mais generalizada de violência contra as mulheres. Em países onde se encontram disponíveis estudos fiáveis em grande escala sobre a violência com base no sexo, verifica-se que 20% das mulheres foram vítimas de maus tratos por parte dos homens com quem vivem.
Segundo o Relatório sobre o Desenvolvimento Mundial 1993, do Banco Mundial, as violações e a violência doméstica conduzem à perda de mais anos de vida saudável, entre as mulheres com idades compreendidas entre os 15 e os 44 anos, do que o cancro da mama, o cancro do colo do útero, a obstrução no parto, a guerra ou os acidentes de viação.
Fonte: ONU
Morrem todos meses 5 mulheres em Portugal vítimas de violência doméstica.
Saiba como ajudar a parar este pesadelo.
Ao contrário dos posts anteriores não vos vou falar do que é ser mulher, não para contradizer o que foi dito, mas sim para sublinhá-lo. Para mostrar também que este blog não é exclusivamente dedicado ao sexo feminino, vou falar-vos do que é ser homem.
É fácil dizer que ser mulher é simplesmente fantástico, mas nem sempre é fácil senti-lo (principalmente quando estamos com TPM ou nos sujeitamos a todas as torturas e mais algumas para ficarmos bonitas). Nessas alturas pensamos na sorte que os homens têm.
Imaginem o que era ter nascido homem. Desde pequenos que iríamos ser treinados para não chorar, mesmo que o nosso irmão mais velho estragasse os nossos brinquedos, nos batesse ou roubasse as nossas guloseimas. Mais tarde entraríamos na fase da "comparação" entre rapazes e cresceríamos inferiorizados para o resto da vida, acabando muito provavelmente no divã do psiquiatra.
Depois viria a fase da afirmação em que é preciso começar a fumar, a beber e a fazer a barba todos os dias para provar a masculinidade. Uns tempos depois começariam as pressões para ser uma bomba sexual, com todas as mentiras que isso implica e acarreta. E para aprender a conduzir então!... Seria preciso um esforço Hercúleo, aprender a manobrar o carro melhor que um condutor de Fórmula1, fintando todos os radares, fazendo performances sensacionais e claro, ter o melhor carro das redondezas.
Depois disso tudo conheceríamos uma mulher perfeita, daquelas que sabem o que fazer para obrigar um homem a casar, que sabe torrar todos os cêntimos do cartão de crédito como ninguém para gastar tudo em roupas, tratamentos de beleza, jóias... Teríamos de contrair empréstimos milionários para pagar a casa, o carro, a escola dos filhos, as férias no Hawai... E tudo isso sem falhar na cama, claro!
Entretanto ao chegar a casa completamente extenuados de um dia de trabalho no escritório a lutar por aquela promoção fantástica, ainda encontraríamos a maravilhosa esposa deitada no sofá, dizendo que tinha passado todo o dia mal-disposta porque tinha partido uma unha e ainda queria discutir a relação! Discutir a relação?!
Ufa, como é bom ser Mulher!
Aproximo-me da janela do meu quarto e observo o Oceano profundo e magoado que se dispõe à minha frente... as ondas, harmoniosas e delicadas, beijam a areia suave e fina que se perde pela imensidão da praia...
Estou bem, estou feliz por ser quem sou, por fazer o que faço, estou satisfeita com a minha personalidade e estou radiante por ter esta essência, esta pureza feminina que habita em cada Mulher...
Tal como o mar beija a areia, a Mulher beija a vida, o amor, entrega-se a cada passo, constrói um caminho para cada ser vivo que a rodeia, vive cada momento com a sua beleza perdida na labareda de uma fogueira...
Tal como o mar perfeito delineia as suas ondas, o corpo da mulher é uma espiral de desejo, uma linha desenhada no céu pela unha de Deus, é sensual como o sal que a onda traz consigo, é paixão como a força com que as ondas batem contra as rochas, é vitória como a imensidão do Oceano...
Enfim, Mulher, como alguém algures disse, é um oceano profundo de mistérios...
Desvendem-nos...

Mulher... O que é ser mulher?! O que é que os homens entendem por mulher?! O que nós entendemos por Mulher?! Parece ser tão simples de fazer, mas quando nos confrontamos com a ideia de definir mulher as coisas complicam-se.
Segundo o dicionário Mulher é uma pessoa do sexo feminino. Digamos que é uma definição muito simplificada do que é ser realmente Mulher. Recorri a várias pessoas para que me dessem uma definição de mulher e é fantástico e divertido reparar na dificuldade enorme em definir Mulher:
1º Rapaz – Mulher é um ser humano como outro qualquer. As Mulheres, possuem qualquer coisa, que eu como Homem, de certeza que não compreendo... Não sei se será relacionado com o facto de poderem ter filhos, mas acho que as Mulheres são diferentes dos Homens na medida em que têm outra sensibilidade e visão das coisas.
Mulher, além de ser humano, completa o Homem de uma maneira que mais nada consegue completar.
2º Rapaz – Amiga. Numa relação acho que é necessário existir empatia, a relação não pode ser apenas física, necessita de dedicação. Mesmo que as coisas não funcionem na perfeição logo ao início, uma relação vai-se construindo, vai nascendo um sentimento mais forte, aos poucos, de uma forma sólida e calma.
3º Rapaz - Mais do que ser brisa
E ondular searas e flores.
Mais do que ser sol
E inebriar o mundo de mil cores.
Acima do que já houve,
Do que há e ainda houver
Esta bênção insuperável
Extasiante e inigualável
De ser, somente, MULHER.
4º Rapaz - Mulher... Ser belo e misterioso... doce e suave... Quente e leve brisa de tarde de verão... Nossa centelha de vida... Nosso ar... Nossa vida... Nossa perdição...
1ª Rapariga – Uma pessoa do sexo feminino, sensível, que vê as coisas antes de elas acontecerem e que faz demasiados filmes.
2ª Rapariga – Ser Mulher é o melhor que existe, é sentir o mundo, é sentir, sentir, sentir, é amar, é ser forte e frágil ao mesmo tempo, é ter numa lágrima o dom de mudar o mundo, é ter no sorriso uma força capaz de curar, é ter no olhar uma arma que pode conquistar tudo. Ser Mulher... não há palavras para o descrever.
3ª Rapariga - é a junção entre a inovação e a beleza num ser perfeito, que se combinam em... simplesmente mulher =)
4ª Rapariga - Feminino de homem, um ser humano do sexo feminino, diferente dos outros pelas suas qualidades e defeitos com uma capacidade de ouvir compreender e ajudar mais "profunda" que os Homens.
5ª Rapariga - Mulher: escrava do trabalho, não tem horas para ela, fica sempre em segundo plano. Ser frágil, mas ao mm tempo forte, tem mais coragem que os homens. É uma rosa, mas quando lhe dão cabo da cabeça a Mulher tem espinhos que picam para valer. Frágil, meiga, doce, serena.
Para mim ser Mulher é algo Simplesmente divino, algo indescritível, algo que não trocava por nada deste mundo. Ser mulher não é fácil, mas tenho orgulho em sê-lo, em senti-lo, em ver que sou Mulher. Tenho orgulho em ser Mulher, em ser SIMPLESMENTE MULHER.
